A crente que queria namorar comigo pra transar

Trabalhei como servente de pedreiro durante toda a minha adolescência até que, aos 19 anos, consegui assinar carteira como pedreiro na Usina de Açúcar da minha cidade. E, logo em seguida, financiei um Golzinho Bola preto de quinta mão pra pagar em 15 anos.

Como pedreiro de 19 anos, um Golzinho bola de quinta mão financiado e uma aparência mediana resultado da mistura de negro com cigano, e um pouco de esforço eu conseguia pegar umas meninas bonitinhas de 16 anos pra cima.

Bem, próximo a minha casa morava uma crente que chamarei de Silvana. Ela tinha 18 anos, acabava de se formar na escola e trabalhava em algum emprego aleatório que não me lembro.

Silvana frequentava a casa da minha vizinha de baixo. As vezes nos cumprimentávamos, mas nada muito relevante.

Ela era bonitinha, mas não era do tipo que chamava a atenção. Era bem magrinha, praticamente não tinha peitos, era uma tábua, como diria alguns. Tinha os cabelos castanhos, a pele bem clara, quase branca e um rosto delicado.

Eu nunca tive qualquer interesse por ela, mas em compensação eu tinha o maior tesão pela minha vizinha que ela visitava.

Esta minha vizinha se chamava Kellen e também era magrinha e sem peito, mas tinha algumas feições indígenas. Não sei porque isso me deixa com o maior tesão.

Eis que um dia, de forma totalmente aleatória, meu celular tocou, olhei e vi um telefone desconhecido, atendi e era a Silvana.

– Oi, aqui é a Silvana.

Achei estranho. Afinal, porque Silvana estava me ligando?

– Oi. – Respondi.

Ela foi direto ao ponto:

– Vem aqui em casa, queria falar com você. Você sabe onde eu moro?

– Sim, eu sei.

– Pode vir agora?

– Eu posso sim.

Assim entrei em meu Golzinho Preto e fui até a casa da jovem dama. Chamei por seu nome e ela logo abriu o portão e veio até o carro vestindo um shortinho de usar em casa, uma camisa simples e o cabelo amarrado. Era uma garota totalmente comum.

Então conversamos sobre um monte de coisas que não me lembro ao mesmo tempo que tentava compreender porque ela tinha me chamado pra conversar.

A explicação mais óbvia, que me veio na cabeça, seria a possibilidade dela estar interessada em mim. Mas parecia muito estranho a situação, pois tínhamos conversado algumas vezes de forma aleatória por causa da nossa amiga em comum, porém nunca tinha rolado nenhum tipo de clima, pelo menos não da minha parte. Pois enquanto eu conversava com ela eu estava de pau duro querendo comer a Kellen.

Será que Silvana estava interessada em mim e eu não percebia, pois tinha olhos apenas para a Kellen?

Outra explicação plausível é de que ela queria me converter, já que não tenho religião definida mesmo acreditando em Deus e Jesus Cristo. Sou um tipo de agnóstico ou algo assim. Eu nunca entendi direito.

Será que ela queria me converter?

Uma garota católica já tinha tentado me levar pra missa uma vez.

Porém, Silvana não falou em Deus por nenhum momento, nem parecia que era crente.

A dúvida queimava meu cérebro.

Foi então que ela perguntou algo que me deu o gancho pra compreender o que estava acontecendo. De repente ela lançou:

– Você já transou com a Andressa?

“Que pergunta inusitada”. Pensei comigo mesmo.

– Que Andressa? Aquela que mora ali? – Falei apontando para uma casa.

– Essa mesmo. – Confirmou Silvana.

– Nunca. – Respondi. – Eu nunca nem conversei com ela.

Silvana pensou um pouco e continuou:

– É que vários dos seus amigos transaram com ela, então pensei que você também tinha transado.

– Eu nem sabia. – Respondi. – Nenhum deles nunca me falou sobre isso. Estou por fora.

Ela continua dando mais detalhes:

– Ela me conta sobre os rapazes que ela transa. O Moacir, o Reginaldo e o Andrigo transaram com ela várias vezes.

Então pensei comigo: “Que bando de filho da puta. Nem pra me avisar que a menina estava dando pro bonde.”

Foi nesse momento que deu um estalo em minha mente: “Caralho, a Silvana está querendo é transar comigo.”

Assim eu perguntei sem enrolação:

– Você está querendo transar?

Silvana ficou envergonhada diante da constatação de que eu havia descoberto suas verdadeiras intenções. Deu apenas um sorriso amarelo sem saber o que responder. Então eu continuei falando para deixa-la mais confortável.

– É normal você querer transar. A única diferença é que a Andresa não se importa de transar na hora que ela sente vontade. Se ela me falasse que quer transar comigo eu comia na hora sem problema.

Silvana sorriu diante da constatação de que eu comeria a Andressa se ela tivesse oferecido, então sentiu-se mais confortável para expressar seus sentimentos:

– Eu estou com vontade de transar sim.

– Então porque não transa? – Continuei questionando. – Basta você falar com a Andressa e ela te chama quando for transar com os caras. Assim vocês podem até fazer uma suruba.

– Assim eu não quero. – Afirmou Silvana. – Eu quero transar apenas com um e depois que já estiver namorando sério.

– Mas a sua religião não proíbe o sexo antes do casamento?

Ela sorriu e confirmou:

– É sim, mas ninguém precisa ficar sabendo, né? É por isso que quero começar namorar primeiro, entende?

– Entendo. – Falei. – Mas não tem nenhum rapaz da Igreja pra você namorar?

– Eu não tenho interesse por nenhum deles. – Respondeu Silvana.

– Mas não tem nenhum cara de fora da igreja que você se interessa?

Neste momento Silvana deu um sorriso sínico e respondeu com um certo deboche:

– Até parece que você não percebeu que eu quero namorar com você, né? Você está se fazendo de bobo perguntando estas coisas.

Mais uma vez deu um estalo na minha mente e uma nova resposta surgiu para trazer luz para esse mistério: Porque ela escolheu logo eu?

Neste momento eu já sabia que sua intenção não era me converter. Era justamente o oposto, ela queria é dar pra mim.

Mas porque aquela jovem crente aparentemente tão certinha estava querendo dar para um pedreiro que não tinha nada a ver com sua família ou religião?

Pois repare querido leitor e ouvinte já que esta pergunta se auto-responde.

Ela queria dar pra mim justamente porque eu não tinha nenhuma relação com sua família ou religião. Entenderam?

Ela queria dar sem culpa ou preocupação, por isso tinha que ser um homem distante da Igreja para que ela se sentisse a vontade pra dar com a consciência limpa.

Mas ainda falta compreender porque tinha que ser justamente eu. Porque não poderia ser algum dos meus amigos ou qualquer outro cara até mais destacado do que eu?

Bem, se fizermos um sisteminha básico de eliminação podemos chegar na seguinte conclusão:

Como Silvana é de família conservadora, então ela precisa apresentar um rapaz que seu pai conservador vai aceitar como genro. E esse rapaz precisa ter algumas qualidades como por exemplo se um bom rapaz, trabalhador e sem vícios.

Meus amigos maconheiros nunca passariam no teste. Por isso eles foram eliminados de imediato.

Isso acabava me colocando em vantagem pois não bebia nenhum tipo de bebida alcoólica e, muito menos, fumava.

Depois vem o lance de ser trabalhador.

Eu sempre trabalhei desde criança. Com 8 anos eu vendia alface na rua com um carrinho de pedreiro. Eu ficava gritando no meio da rua:

– Olha a alface, quem quer alface?

Eu fiz isso até uns treze anos quando comecei trabalhar de servente de pedreiro com meu pai.

Aos 19 anos eu assinei carteira como pedreiro. Algo difícil de acontecer. Para se ter uma ideia, o meu servente tinha 40 anos e já tinha tentado assinar carteira como pedreiro várias vezes e não conseguia convencer o encarregado de que ele era capaz de ocupar o cargo.

Talvez, Silvana, em seu plano milimetricamente calculado, tenha concluído que essa informação deixaria seu pai muito feliz. Afinal eu era um bom rapaz, trabalhador, que ocupava um cargo incomum para minha idade, não bebia e não fumava. Algo muito raro.

Mas ainda assim faltava um elemento nessa equação. Ser um menino bom não é suficiente para uma mulher querer dar para um cara. Principalmente uma adolescente.

O comum é que as garotas dessa idade sintam-se interessadas pelos Zé Droguinha igual os meus amigos. Não é por acaso que todos eles perderam a virgindade cedo e comiam meninas bem acima da média, até as burguesinhas ricas. Enquanto que eu tinha que me esforçar para conseguir comer uma menina.

No final eu comia, más tinha que fazer todo tipo de malabarismo igual um artista de circo.

Meus amigos e eu tínhamos praticamente a mesma aparência e estávamos na mesma classe social, porém eles começaram comer meninas bem mais cedo do que eu justamente por serem Zé Droguinha enquanto que eu não bebia nem álcool.

Isso explica porque ela perguntou se eu estava transando com a Andressa. Ela queria saber se eu transava igual os meus amigos Zé Droguinha. Já que esse era seu objetivo.

Silvana queria um namorado para transar e precisava ter certeza que eu transava, ou então não valeria a pena namorar comigo.

Talvez, quando sua amiga Andressa relatou que transava com um monte de Zé Droguinha do bairro, a Silvana tenha ficado com tesão querendo dar também.  Mas, como ela tem que manter a imagem de menina da igreja, ela precisava pelo menos estar namorando com o rapaz antes de transar.

Então ela analisou os Zé Droguinha e viu que seu pai nunca aprovaria um namoro com algum deles.

Mas como nós acabávamos conversando quando ela visitava minha vizinha, talvez ela tenha concluído que eu poderia ser um bom pretendente.

Mas, mesmo assim a conta não fechava. Teve um momento chave que ela tomou essa decisão, pois foi muito súbito. Eu morava naquela rua a mais de 5 anos. Silvana sempre soube que eu era amigo dos Zé Droguinha.

Porque tomar essa decisão de forma tão súbita?

Assim veio o estalo, e me lembrei de algo que tinha acontecido alguns dias antes.

Como falei anteriormente, eu queria comer minha vizinha e já tinha até expressado meu interesse em um certo momento quando falei assim:

– Tenho o maior tesão por você Kellen, me deixa tirar sua virgindade.

– Não. – Respondeu Kellen sem nem mesmo pensar. – Nós somos apenas amigos.

Continuei argumentando:

– Sexo de amigo. É normal.

– Não quero estragar nossa amizade. – Insistiu Kellen.

E continuei tentando convence-la:

– Você não acha muito melhor perder a virgindade com um amigo? Nós já temos intimidade. Seria bem mais tranquilo.

– Não. Melhor não.

Me recordo que, depois desse dia, nós estávamos reunidos em uma mesa. Tinha vários amigos e eu estava sentado ao lado de Kellen.

Então eu comecei passar a mão em sua coxa enquanto Kellen falava e sorria como se nada tivesse acontecendo. Logo minha mão estava entre suas pernas arredando sua calcinha. Ela continuava fingindo naturalidade. Comecei acariciar delicadamente sua vagina. Kellen não expressava nenhuma reação.

Logo enfiei o dedo indicador e pressionei contra a parede de seu canal vaginal. Foi inevitável que ela desse um breve tremelique e virasse o rosto em minha direção olhando em meus olhos com uma expressão tranquila. Eu continuei olhando em seus olhos enquanto colocava o segundo dedo. Ela não falou nada, apenas se virou e colocou um pouco de refrigerante no copo.

Porem agora sua expressão estava seria, ela não conseguia sorrir. Era claro que tentava disfarçar a sensação que sentia enquanto meus dedos pressionavam sua carne esponjosa. Ela bebeu um gole de refrigerante. Disse algumas palavras sem sentido pra parecer natural e se calou.

Foi então que resolvi ir um pouco além e forçar as pontas dos dedos na região do Ponto G enquanto pressionava o polegar contra o clitóris.

Nesse momento ela deu um pulo, um grito e derramou o refrigerante.

– Droga. Como sou desastrada. – Disse ela tentando disfarçar com um sorriso amarelo.

Eu fingi que nada estava acontecendo e olhei para frente me deparando com uma expressão debochada de uma garota do outro lado da mesa que, provavelmente, devia estar observando a brincadeira o tempo todo.

Kellen e eu nunca falamos abertamente sobre essa brincadeira.

Algum tempo depois coincidiu de estarmos sozinhos na rua conversando próximo a uma arvore que fazia uma sombra na calçada. Eu olhei para os lados e percebi que a rua estava totalmente deserta. Então aproveitei para puxar Kellen e prensa-la contra a arvore. Comecei beijar sua boca sendo correspondido. Tirei o pênis pra fora, pois estava latejando de tanto tesão e eu queria mete-lo desesperadamente na vagina da pequena e magricela Kellen.

Mas ela reagiu imediatamente:

– Não quero.

Eu insisti:

– Me deixa meter só um pouquinho.

– Já disse que não quero.

Diante da recusa eu resolvi improvisar e comecei bater uma punheta enquanto beijava sua boca e imaginava que estava metendo.

Na hora de gozar eu virei para o lado e esguichei minha porra para longe enquanto Kellen observava em silencio.

– Já está tarde. – Ela disse enquanto se retirava. – Vou dormir que amanhã tenho que acordar cedo pra ir pra escola.

Assim ela deu um tchauzinho e caminhou em direção de sua casa sem falar mais nada.

Kellen, que a princípio era minha amiga, me dava várias permissões. Permitia que eu acariciasse sua coxa e enfiasse o dedo em sua vagina, permitia que eu a prensasse contra a árvore e beijasse sua boca, porém, mesmo assim, não permitia que eu a comesse. Provavelmente já devia ter escolhido qual seria o cara que tiraria sua virgindade e, esse cara, ao que tudo indicava, não era eu.

Bem, como estamos cansados de saber, as mulheres se reúnem em sociedades secretas onde ficam falando sobre homens. E, tenho quase certeza, que Kellen deve ter relatado para Silvana as safadezas que eu falava e fazia com ela.

Isso pode ter ajudado Silvana a confirmar que eu era um típico rapaz “Bonzinho na Rua” e “Safado na Cama”. Um combo perfeito pra satisfazer os seus interesses.

E, ao contrário de Kellen, Silvana já tinha me pré-selecionado e decidido que eu tinha permissão para come-la.

Foi então que ela deu um jeito de conseguir o meu telefone e me chamar para uma conversa.

E, para ter certeza que eu transava, e não me resumia a apenas bater punheta na frente de mulheres, ela perguntou se eu transava com a Andressa, esperando que eu dissesse que sim e confirmasse que sabia meter. O que era fundamental para que ela alcançasse seu objetivo friamente calculado.

Como eu falei a verdade, revelando que não comia a Andressa, ela poderia ter ficado com duvidas sobre a minha desejável experiência em meter.

Era obvio que eu não era um Don Juan. Mas eu já tinha metido algumas vezes e sabia mais ou menos como realizar o processo. Então eu precisava deixar isso claro para que ela não perdesse o interesse, pois claramente seu interesse era perder a virgindade com um homem experiente.

Assim eu continuei a conversa:

– Olha, eu vou ser honesto com você. Eu não vou mentir. Eu nunca senti nada por você. Sempre vi você apenas como a amiga da Kellen. Nunca pensei na possibilidade de um dia namorarmos, mas agora que você falou eu fiquei interessado. Porque já faz algum tempo que quero namorar sério pra ter uma menina disponível pra comer na hora que eu quiser. Porque ficar indo atrás de meninas aleatórias da muito trabalho e eu estou cansado de fazer isso. Eu quero uma que eu posso comer todo dia sem precisar fazer esforço. Então se for pra namorar com você, seria apenas pra transar, pois eu não tenho interesse algum por você. Então se você quiser namorar comigo sabendo disso, eu topo.

– Sim, eu quero. – Confirmou Silvana.

– Mas tem o seguinte. – Continuei. – Eu vou entrar agora e conversar com seu pai pra gente namorar, mas amanhã mesmo você vai lá em casa na hora que meus pais não estiverem e vai transar comigo. Se você não quiser e ficar me enrolando eu nunca mais nem converso com você pelo resto da vida.

Ela sorriu e confirmou:

– Eu já falei que quero transar. Você pode fazer comigo o que você quiser.

Assim eu dei um beijo em seus lábios oficializando o nosso namoro.

No dia seguinte, como combinado, ela compareceu em minha casa no horário que meus pais não estavam em casa, pois estavam trabalhando e eu estava em meu Horário de Almoço.

Estávamos pelados na cama, ela com as pernas abertas e eu dando uma lambida em sua vagina pra amaciar a carne.

Logo me posicionei para fazer o serviço e falei:

– Eu vou começar devagar e você vai me falando se está doendo ou se quer que eu vá mais rápido, está bem?

– Está bem. – Disse ela com um sorriso satisfeito por estar chegando a conclusão de seu plano friamente calculado.

Desta forma, em seguida, comecei meter.